Estamos aqui pela Humanidade! Abaixo as guerras imperialistas – Boletim Espártaco Nº 03

Chegou o novo número de Espártaco, boletim nacional da Juventude Comunista Internacionalista, fração jovem da Organização Comunista Internacionalista!

Neste número, cujo eixo é a luta contra a guerra imperialista e o militarismo crescente no mundo, abordamos a situação atual das guerras no mundo, a ampliação de gastos militares em detrimento dos serviços públicos e a catástrofe humanitária que se impõe a partir da guerra, com a ampliação da quantidade de refugiados em todo o mundo. Dedicamos especial atenção, neste número, às principais expressões da barbárie imperialista: as jornadas cada vez mais extensas e cansativas e a violência contra as mulheres trabalhadoras. Espártaco apresenta não apenas o quadro sobre essas mazelas, mas como enfrentá-las, como abrir uma perspectiva por um novo mundo.

Na página 2, destacamos a violência contra as mulheres trabalhadoras e como enfrentá-la. O artigo apresenta dados atualizados sobre a crescente brutalização da sociedade contra as mulheres, vítimas de violência urbana e doméstica, letal e não letal. O artigo ainda faz um resgate histórico de como a URSS, em seu período revolucionário, lidou com a desigualdade entre homens e mulheres e abriu uma perspectiva de enfrentamento, mobilização e organização. Ainda na página 2, destacamos a situação atual da luta pelo fim da escala 6×1 e como podemos nos organizar para abrir uma perspectiva prática de luta para reduzir a jornada sem redução dos salários, 30 horas semanais, com finais de semana livres.

Na página 3, abrimos espaço para uma importante referência histórica dos trabalhadores em todo o mundo: o 1º de Maio. No artigo, explicamos qual sua origem e como a data tem sido transformada, de um momento de luta e mobilização, em uma festa descaracterizada e sem caráter de luta e de classe. Com mais caracteres nesta edição, apresentamos uma breve análise e recomendação do filme Pão e Rosas, de Ken Loach (2000), que conta a história de Maya, imigrante mexicana, trabalhadora terceirizada no setor de limpeza nos EUA, que começa a se organizar sindicalmente.

Na contracapa, discutimos a situação do aumento do militarismo, o aumento dos gastos militares como motor auxiliar da produção capitalista, com o Estado demandando produtos bélicos para girar a produção industrial. É a produção orientada para as forças de destruição, o que nos coloca a máxima: socialismo ou barbárie. Por fim, apresentamos um relato de como nossos camaradas no Rio de Janeiro estão construindo o Encontro Nacional Fora Imperialismo e suas Guerras.

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  • Conselho Editorial: Lucy Dias, Chico Aviz, Yuri Santoriello, Jessica Stolfi, Carlos Fonseca
  • Redatores: Chico Aviz, Rannah Brasil, Lucy Dias, Carlos Fonseca, Ana Oliani, Maria Lúcia e Flávio e Reis
  • Revisão ortográfica: Renata Paradiso
  • Diagramação: Lucy Dias