Luta de Classes

A armadilha do Piso Salarial Nacional do Magistério

A previsão de um aumento de apenas 0,37% no Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério para 2026, que seria cerca de R$ 18,10, mostra a falência do critério de reajuste. Em vez de valorizar os professores, esse critério acaba por desvalorizá-los e torna seu direito a um salário digno dependente da instabilidade de um fundo público.

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Escolas Cívico-Militares, Lei da Mordaça e o Novo Ensino Médio: a destruição da educação pública como patrimônio da humanidade 

O que está por trás desses projetos, desde o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) de Bolsonaro, já extinto, até os projetos estaduais que estão em vigor? Qual a relação das escolas cívico-militares com o Novo Ensino Médio (NEM)? Afinal, porque somos contra todos os projetos de escolas cívico-militares? Qual a relação com a Lei da Mordaça?

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A atuação dos comunistas no Congresso da Fetram-SC

Esse texto é uma prestação de contas da intervenção da OCI no congresso da Fetram-SC. Em 2026, atuaremos também nesse espaço, impulsionando os servidores públicos municipais de Santa Catarina a atuarem com independência política contra os ataques de governos, da burguesia nacional e, principalmente, imperialista às condições de vida da classe trabalhadora.

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COP30: um baile de máscaras à beira do precipício

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, ou COP30, reuniu entre os dias 10 e 21 de novembro lideranças de países e grandes empresas para confirmar todas as expectativas sobre seu real caráter: uma mesa de negociações para o capitalismo mundial em que a “sustentabilidade” é apenas mais uma mercadoria na prateleira. Neste balanço, tratamos do real significado dos principais eixos de discussão do evento e seus desdobramentos para a luta de classes no Brasil e no mundo.

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Lucro para acionistas, cassetetes para trabalhadores – Nota de solidariedade aos petroleiros em greve

A Petrobras distribuiu dividendos extraordinários aos acionistas, mas não reconheceu os trabalhadores, responsáveis pelos recordes de produção. Após mais de 100 dias de negociação, a proposta apresentada no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) tampouco recompõe as perdas acumuladas nos últimos governos, além de aumentar a jornada de trabalho, aprofundar a terceirização e a privatização, deteriorar as condições de saúde e segurança nas plataformas e estabelecer salários mais baixos para novos trabalhadores, entre outros retrocessos.

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Os professores não têm um minuto de paz!

A Secretaria de Estado da Educação de SC transforma o final do ano letivo em mais um período de assédio e coerção contra os professores. O envio de checklist e critérios padronizados aos conselhos de classe tem o objetivo evidente de pressionar os professores por conta dos resultados educacionais, tirando assim a responsabilidade do Estado.

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Enquanto o lucro da Tupy cresce, a jornada dos trabalhadores aumenta

No dia 12 de maio, o Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville (STIMEJ) anunciou o resultado da negociação da campanha salarial da categoria para o ano de 2025. A “vitória” apresentada pela direção do sindicato foi um reajuste de 6% nos salários e 6,5% no piso salarial, ambos parcelados.

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