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Lucro para acionistas, cassetetes para trabalhadores – Nota de solidariedade aos petroleiros em greve

A Petrobras distribuiu dividendos extraordinários aos acionistas, mas não reconheceu os trabalhadores, responsáveis pelos recordes de produção. Após mais de 100 dias de negociação, a proposta apresentada no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) tampouco recompõe as perdas acumuladas nos últimos governos, além de aumentar a jornada de trabalho, aprofundar a terceirização e a privatização, deteriorar as condições de saúde e segurança nas plataformas e estabelecer salários mais baixos para novos trabalhadores, entre outros retrocessos.

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O Banco Master e a corrupção intrínseca ao capitalismo

Nas últimas semanas, o Banco Central brasileiro decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e o “mercado”, a imprensa burguesa e todos os poderes constituídos do Estado brasileiro foram do pânico à tentativa de justificar o injustificável. Isso porque a operação desnuda as relações criminosas entre o Capital e todas as estruturas do Estado burguês.

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Os professores não têm um minuto de paz!

A Secretaria de Estado da Educação de SC transforma o final do ano letivo em mais um período de assédio e coerção contra os professores. O envio de checklist e critérios padronizados aos conselhos de classe tem o objetivo evidente de pressionar os professores por conta dos resultados educacionais, tirando assim a responsabilidade do Estado.

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Os 70 anos da Conferência de Bandung: os limites do nacionalismo e a luta dos comunistas

Este ano se completam setenta anos da realização da Conferência Afro-Asiática de Bandung, na Indonésia. O encontro reuniu um conjunto de 29 nações asiáticas e africanas recém-independentes ou em processo de descolonização, sendo expressão de décadas de luta anticolonial e de ascensão de movimentos nacionalistas que buscavam superar a dominação imperialista.

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A partilha da Palestina e a falácia da solução dos dois Estados

A questão palestina, ou um suposto conflito entre árabes e judeus, é acentuada no final do século XIX, mais precisamente a partir do advento do sionismo enquanto ideologia supremacista, desenhada no panfleto publicado por Theodor Herzl em 1896. Ali, o jornalista austríaco defende que a questão judaica somente será resolvida com a criação de um lar nacional judeu, um Estado Judeu.

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