O Brasil diante do imperialismo: bolsonarismo, governo Lula e o futuro dos trabalhadores

Os brasileiros têm direito de sonhar com o futuro? Nossa geração, que vivencia o ciclo Trump-Biden-Trump no governo dos EUA, uma sequência de guerras, invasões, golpes, genocídios e catástrofe climática, percebe, com compreensível pessimismo, o cenário mundial. No Brasil, a retirada de cena de Bolsonaro da presidência e o fiasco de 8 de janeiro de 2023 deram a alguns a impressão de uma “esperança de renovação democrática” e “pacificação nacional”, muito enfatizadas por Lula em seus discursos à época. Ledo engano, visto o enraizamento do bolsonarismo nos tribunais, nas forças policiais, no Congresso, nos estados e municípios e na sociedade brasileira de forma geral. A barbárie se impõe a cada esquina do globo e se manifesta no Brasil, como não poderia deixar de ser. Diante desse “prédio em chamas”, o que os trabalhadores podem pedir e esperar do futuro?

As ações e reações do regime de Trump dominam o cenário mundial. Os Estados Unidos são a potência dominante do globo, malgrado a decadência industrial relativa, seu endividamento recorde e sua perda de apoio internacional, que gera rusgas e rupturas com antigos aliados em todas as partes. Justamente por isso, os esforços de Trump não são o desvario de um lunático, como querem acreditar alguns. Sua figura egocêntrica, ignorante e vil representa, em cada um de seus traços, a síntese do atual estado da classe dominante dos EUA, uma burguesia que o acaricia e elogia a cada instante do percurso. O fato de que são agraciados com bilhões de dólares em contratos do governo americano apenas prova que “o ser social determina a consciência”.

Em pouco mais de um ano de governo Trump, vimos a continuação do genocídio feito por Israel em Gaza e na Cisjordânia, com apoio, financiamento e armas dos Estados Unidos, como ponto de apoio indispensável americano no Oriente Médio, e, por isso mesmo, sustentado por republicanos e democratas indiferentemente — Biden não à toa terminou seu governo apelidado de “Genocide Joe”. Houve o ataque com bombardeios à Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro e Cília Flores, ação de nível inédito na América do Sul. Trump fez ameaças contra a Colômbia, acusando sem provas o governo de Gustavo Petro de ligação com o narcotráfico. Algo similar havia ocorrido antes do ataque à Venezuela, com bombardeios de dezenas de pesqueiros e outras embarcações venezuelanas no mar do Caribe, acusadas infundadamente de “narcotráfico”. Houve ameaças de invasão contra Cuba e um bloqueio criminoso dos envios de petróleo, levando a uma situação de calamidade na ilha caribenha, que depende do petróleo para o funcionamento de escolas, casas e hospitais. A guerra contra o Irã foi iniciada, buscando supostamente destruir as forças armadas iranianas e o programa militar do país, mas com ataques também a escolas, hospitais e bairros inteiros. Trump ameaçou que causaria “a morte de uma civilização inteira” e arrasaria a infraestrutura civil do Irã. Crimes de guerra tornaram-se praxe em seus posts de rede social. Mais uma vez, essa ação foi feita junto a Israel, que também lançou uma guerra de rapina contra o Líbano com o objetivo abertamente declarado de tomar o sul do país como espólio. Notadamente, já houve a captura de duas ondas da Flotilha Global Sumud, que buscava levar auxílio aos habitantes de Gaza, diante da omissão ou apoio aberto ao genocídio por parte da maioria dos países do mundo.

Essas ações, mesmo se contadas apenas as vítimas diretas, põem centenas de milhares de mortos, amputados e feridos na conta do sistema imperialista dominado pelos Estados Unidos. Destroem a humanidade e suas forças produtivas, que seriam capazes, com apenas uma parcela dos exorbitantes gastos militares utilizados, de erradicar a fome, diminuir a pobreza e reduzir os impactos da mudança climática. É sangue que jorra da sanha pelo domínio de mais mercados, territórios e recursos, e do desejo de aniquilar qualquer força política que se oponha, por mais timidamente, à submissão completa.

O imperialismo se manifestou recentemente no Brasil pelo aprofundamento de sua submissão às grandes potências. É nessa teia de interesses que ocorre a manutenção do gasto de quase metade do orçamento nacional com pagamentos de juros da chamada “dívida pública” a grandes bancos e fundos internacionais; na continuação (independente de qual governo) de uma agenda de privatizações e redução do gasto público com os trabalhadores; de precarização do trabalho, para manter no subemprego uma imensa parte da força de trabalho, pressionando os salários para baixo e deixando milhões de trabalhadores dependentes da “economia informal”; na desindustrialização e em estímulos, via isenção de impostos, a empresas estrangeiras, bancos, extração mineral e agronegócio exportador aos grandes centros de consumo (EUA, Europa, China). Há um interesse claro dos EUA em dominar o acesso às chamadas “terras raras”, minerais como os lantanídeos, o escândio e o ítrio, cruciais para várias indústrias de ponta, e dos quais se estima que o Brasil seja o segundo maior possuidor, atrás apenas da China. Após o “tarifaço”, Trump realizou uma série de ameaças ao Brasil, inclusive com membros do alto escalão de seu governo comentando a intenção de classificar organizações do crime organizado como “terroristas”, o que daria brecha para incursões armadas ilegais no território brasileiro. Em agosto de 2025, Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, levantou a hipótese de ingerência norte-americana nas últimas eleições brasileiras.

Diante desse cenário obscuro e com a aproximação das eleições, que levantam expectativas em toda a classe dominante, cada um tentando galgar posições no Estado para melhor dominar e usurpar o tesouro público, os trabalhadores e a juventude se perguntam: é possível imaginar um futuro para o Brasil?

Em outubro de 2025, Flávio Bolsonaro respondeu a um post do “Secretário da Guerra” dos EUA, Peter Hegseth, sobre bombardeios contra navios venezuelanos, declarando “Que inveja!” e dizendo que queria ver bombardeados barcos no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, convidando os EUA a “passar alguns meses aqui”. Enquanto isso, seu irmão Eduardo estava nos Estados Unidos, fugindo de investigações e articulando sanções contra autoridades do Executivo e do Judiciário do Brasil, além da implementação das tarifas contra o país. Em março de 2026, na conferência internacional da extrema direita (CPAC), o senador Flávio Bolsonaro defendeu que o Brasil se tornasse o principal fornecedor de terras raras aos EUA, dizendo que não precisavam mais depender da China, pois tinham o Brasil, que, pelo visto, não poderia fazer uso de suas próprias riquezas minerais. Esse é o “patriotismo” bolsonarista!

O bolsonarismo é parte de um projeto político alinhado aos interesses dos Estados Unidos na América Latina. Usa-se o discurso de combate ao crime e ao “narcoterrorismo” para justificar intervenções estrangeiras em países com restrições ao domínio americano, por menores que sejam / Imagem: RS, Via Fotos Publicas

Durante o governo de Jair Bolsonaro, o Brasil seguiu pagando a dívida pública e implementou medidas para reduzir o gasto público com a população, cujo maior símbolo foi a Reforma da Previdência, que aumentou a alíquota de contribuição dos trabalhadores e o tempo de serviço exigido. Seguiu avançando a privatização de empresas públicas e subsidiárias a compradores estrangeiros ou fundos com capital estrangeiro, exemplificada pela Eletrobras. Os principais congressistas expoentes do bolsonarismo manifestam-se contra o fim da escala de trabalho 6×1, aumentando a mão de obra subempregada disponível para exploração pelo capital de empresas de plataforma.

O bolsonarismo é parte de um projeto político alinhado aos interesses dos Estados Unidos na América Latina. Usa-se o discurso de combate ao crime e ao “narcoterrorismo” para justificar intervenções estrangeiras em países com restrições ao domínio americano, por menores que sejam. Querem se alçar ao poder como lambe-botas de Trump. Isso abre espaço para influência militar e política cada vez maior dos EUA no Brasil e no subcontinente, alinhando-se às suas ameaças e potenciais ataques contra outros países da região. O papel do Brasil, para os bolsonaristas, é ser bucha de canhão e provedor das próprias riquezas para ajudar os planos de dominação, destruição e guerra dos Estados Unidos.

Lula foi eleito por aqueles que buscavam derrotar Bolsonaro, na expectativa de que o novo governo reverteria várias medidas tomadas durante o governo de Michel Temer e no de Jair Bolsonaro, dentre as quais, notadamente, desfazer a Reforma Trabalhista, a Reforma da Previdência e a privatização da Eletrobras e de outras estatais. Mas, em um cenário econômico completamente diferente daquele que havia durante o seu primeiro mandato, de aprofundamento da crise do capital, o que vimos foi a manutenção de ataques anteriores (ao invés da revogação) e a realização de novos ataques (privatizações, reforma do Ensino Médio etc.) contra direitos e conquistas dos trabalhadores, para atender às necessidades da burguesia e do imperialismo em meio à crise.

Da mesma maneira, desde o início do seu terceiro mandato, ficou clara a continuidade da política de “teto de gastos” capitaneada por Fernando Haddad, com redução dos investimentos em áreas sociais. Seguiu-se uma política de privatização de subsidiárias e empresas regionais estatais, leilões de concessão de rodovias, hidrovias e um número recorde de PPPs com apoio do BNDES, para auxiliar, com o tesouro público, empreendimentos lucrativos para os grandes capitais (incluindo os internacionais). Em 2024, Lula sancionou uma lei aprovada no Congresso reduzindo impostos das empresas multinacionais no Brasil, o que favorece diretamente as corporações imperialistas. Embora os índices oficiais de desemprego estejam baixos, estima-se que 38,5 milhões de pessoas (37,5% da força de trabalho do Brasil) sejam informais, praticamente sem direitos e garantias, havendo também um brutal endividamento das famílias com os bancos. Dessa forma, mesmo as extremamente tímidas medidas de melhoria social do Governo Lula 3 desvanecem diante das gigantescas continuidades com o interregno pós-golpe de 2016. Revela-se como a sociedade de capitalismo atrasado do Brasil é “ingovernável” sem um cenário de crise social, exploração e subserviência aos capitais estrangeiros imperialistas.

Lula tem repetido o desejo de colaboração com os EUA no combate ao crime organizado e pediu a Trump a criação de um “grupo de trabalho conjunto” / Imagem: Ricardo Stuckert, PR

No plano internacional, Lula se notabilizou como um defensor do “multilateralismo”: a ideia de fortalecimento de organismos como a ONU, o fortalecimento de outras nações além dos EUA como maneira de obter equilíbrio mundial e relações diplomáticas com diferentes “atores globais”. Também tem denunciado, ainda que, por vezes, timidamente, as incursões armadas dos EUA, como no Irã. Também denunciou o genocídio em Gaza perpetrado por Netanyahu e pelo Estado de Israel. E também afirmou defender a soberania do Brasil, especialmente no período do tarifaço de Trump. Porém, o caso de Lula é de uma crescente dissonância entre palavras e atos. Suas ações não seguem o que diz.

Em primeiro lugar, sobre Israel, o Brasil mantém relações comerciais intensas e mesmo relações diplomáticas com o Estado sionista. Segue sendo um exportador de aço e petróleo para o colonialismo genocida, assim como mantém parcerias e compras de tecnologia militar israelense. Lula demorou uma semana para se pronunciar sobre o sequestro do brasileiro Thiago Ávila, da Flotilha Global Sumud, e o fez em um breve post na rede social.

Sobre Cuba, tem havido grande pressão por parte dos sindicatos e dos trabalhadores petroleiros do Brasil pelo envio emergencial de petróleo à ilha cercada e ameaçada por Trump. O envio de remédios e outros itens de sobrevivência infelizmente não é o suficiente, já que Cuba depende de petróleo para o funcionamento de sua matriz elétrica e está sofrendo uma tentativa de estrangulamento que beira o genocídio. O governo Lula critica o bloqueio de Trump, mas não buscou realizar o envio, nem desafiou fazê-lo. O respeito à “lei internacional” é usado aqui como cabresto para impedir uma ação legítima de socorro ao povo cubano. Certamente, os acionistas e capitais que estão instalados na Petrobras são uma preocupação maior do que o povo cubano.

Na questão das “terras raras”, Lula rejeitou a posição de setores parlamentares do próprio PT que defendiam a criação de uma estatal apelidada de “TerraBras”. Em vez disso, priorizou ajustes no marco legal para atrair investimentos internacionais e disse que haveria apenas regulação da exploração estrangeira. Esse assunto dos “minerais críticos” também esteve em pauta no encontro a portas fechadas de Lula com Trump, em que teriam discutido “assuntos que antes eram tabus” e que terminou com sorrisos.

Lula tem repetido o desejo de colaboração com os EUA no combate ao crime organizado e pediu a Trump a criação de um “grupo de trabalho conjunto”, aparentemente confiando nas intenções do discurso de Trump, que só existe para justificar sanções e ações armadas. Assim, fortalece e respalda esse discurso. No mesmo tom, disse a repórteres que “não acredita” que Trump tentará influenciar eleições no Brasil, já que “nossa relação é muito boa”. Lula revelou ter pedido a Trump para sorrir para as fotografias enquanto apertava sua mão, e Trump elogiou o presidente brasileiro, dizendo que ele era “muito dinâmico”. A guerra no Irã, no Líbano e o contínuo genocídio em Gaza e na Cisjordânia não foram ponto de pauta. Desse sorriso e aperto de mão escorre sangue de milhões de trabalhadores e povos massacrados e atacados pelo “sorridente” Trump.

O presidente Lula foi à “Mobilização Progressista Global” em fins de abril, na Espanha, onde fez discurso inflamado contra as guerras, contra o genocídio, o arbítrio internacional e os bloqueios ideologicamente motivados. Poucos dias depois, encontra-se com Trump em tom amistoso, reforçando seu discurso e boas intenções, como se o combate ao crime organizado fosse uma real motivação dos EUA, e não mera desculpa para intervenções; dá sinal verde para exploração de itens estratégicos do Brasil; silencia sobre os crimes de guerra e contra a humanidade dos EUA. Essa é a “defesa da soberania” de que Lula é capaz.

Em suma, Lula representa os interesses de uma ala da burguesia que quer colocar algum nível de mediação nos interesses imperialistas, mas sem deixar de subordinar-se a eles. Fala, mas não morde, e nem sequer propõe, seja em nível imediato, seja em longo prazo, nenhum tipo de alternativa ao atual domínio dos EUA na economia brasileira, à sua influência política, aos seus interesses predatórios. Ao contrário, mascara a existência dessa dominação e é capaz de dourar a pílula mesmo sobre os temas mais abertamente agressivos de Trump para preparar futuras sanções, ataques e intervenções.

Os comunistas no Brasil não constituem nenhum grande partido. Isso se reflete no grau de confusão política e desorientação da classe trabalhadora. Os trabalhadores resistem, lutam, brigam contra os desígnios e impactos do imperialismo quando afetam diretamente suas vidas, mas suas armas não estão afiadas como uma lança, e sim cegas pela ausência de uma organização, uma direção firme e decidida e uma orientação que fortaleça esses esforços de resistência.

A propaganda, a paciente explicação do que é necessário ser feito para lutar efetivamente contra o imperialismo, torna-se, então, um meio para fortalecer os setores mais conscientes e atentos da nossa classe. É preciso alinhamento em torno de um programa, de um projeto de país e de ação internacionalista para nossa classe, para que esta possa se apresentar como alternativa legítima às opções colocadas no cenário político atualmente.

Imagem: Internacional, por El Lissitzky (1923)

Antes de tudo, é necessário compreender a revolução permanente. O Brasil só será livre das garras do imperialismo quando o poder do país não estiver nas mãos de uma burguesia parasitária e exploradora. O poder de Estado da burguesia brasileira é correia de transmissão do interesse imperialista, seja qual for a cor da mediação que diferentes governos possam dar a esse caráter da burguesia e do Estado. Portanto, não basta uma troca de governo. É necessário, como tarefa histórica, o poder da classe trabalhadora, entronizado com um tipo de Estado novo, transitório ao socialismo, para romper com a dominação imperialista e que convoque e auxilie os trabalhadores de outros países, em especial da América Latina, a trilhar o mesmo rumo. A maneira de fazer isso não chega pronta; ela será construída dando combate em todos os temas centrais em que o imperialismo ataca e prejudica os aspectos mais básicos da vida da juventude e dos trabalhadores. Dessa forma, os comunistas devem defender uma alternativa verdadeira na arena interna e na arena internacional, que são apenas manifestações distintas da mesma dinâmica do imperialismo.

Os comunistas devem defender amplamente e de maneiras criativas, junto aos trabalhadores, o seguinte programa:

  • Denúncia da falsidade das alegações de “narcotráfico” e “narcoterrorismo” contra os governos da América Latina, usadas para justificar ataques de todo tipo. O Brasil limpará sua própria casa e não deve deixar os ladrões entrarem nela. Nada de “cooperação para combate ao crime organizado” com os maiores criminosos do planeta Terra!
  • Revelação de qualquer “acordo” secreto e nada de “reuniões a portas fechadas” com os imperialistas — abertura dos arquivos! Fazer uma devassa nas instituições de Estado para arrancar delas qualquer um com ligações com os agentes imperialistas ou com eles comprometidos. É uma questão de defesa da soberania. Fim da colaboração das Forças Armadas brasileiras com os EUA.
  • Os minerais críticos são do Brasil! Criação de uma empresa estatal com monopólio para exploração das “terras raras”, sob gestão dos trabalhadores. Plena reestatização da Petrobras e ampliação da sua capacidade em toda a cadeia produtiva, do poço ao posto. Estatização dos bancos brasileiros sob um só e forte banco público, que financie o desenvolvimento industrial e humano do país, e não voltado para o lucro das empresas estrangeiras.
  • Fim do pagamento da gangrena da “dívida pública”, com sua plena revisão para acabar com o pagamento de juros eternos aos grandes fundos e bancos nacionais e internacionais. Investimento em industrialização moderna, infraestrutura, moradia, saneamento, saúde e educação pública.
  • Empregos para todos e todas por meio de um plano de obras e serviços públicos emergenciais, imensamente necessários, financiados por taxação progressiva das grandes fortunas e dos grandes capitalistas instalados no país. Eliminação das dívidas dos trabalhadores com os bancos até valores de 20 mil reais.
  • Absoluta solidariedade a todos os povos ameaçados ou atacados pelos imperialistas. Ajuda humanitária imediata aos países visados, como o Irã. Petróleo para Cuba, desafiando e questionando o bloqueio criminoso de Trump. Rompimento das relações comerciais e diplomáticas com Israel e denúncia constante para pressionar pelo fim do genocídio e pela defesa do povo palestino e libanês.

Esse programa é um convite a um futuro digno para os trabalhadores, que só pode ser obtido enfrentando a dominação estrangeira no Brasil. É retirar o Brasil do caminho para o precipício ao qual o imperialismo arrasta o país e todo o globo. É o programa que nós, comunistas, nos propomos a aplicar quando chegarmos ao poder. É um esboço de projeto de país que pode elevar os trabalhadores brasileiros à sua missão histórica de liderar o nosso subcontinente para um desenvolvimento humano pleno, rompendo a dependência de séculos dos parasitas europeus e norte-americanos.

Se você, trabalhador, trabalhadora ou jovem, concorda com essas propostas para o Brasil, venha conhecer a Organização Comunista Internacionalista (OCI). É uma organização que vem batalhando arduamente pelo combate ao imperialismo, como fizemos no recente Encontro Fora o Imperialismo em suas Guerras, em São Paulo. Organize-se!