Boris Kagarlitsky, um dos sociólogos de esquerda mais relevantes da Rússia, foi libertado em 12 de dezembro, após quatro meses e meio de prisão. Foi multado em 600 mil rublos (cerca de 6 mil euros) e enfrenta restrições de acesso à Internet durante dois anos, para evitar mais penas de prisão. Uma campanha global por sua libertação, na qual os camaradas da CMI estiveram envolvidos de forma proeminente, foi um dos fatores desta vitória.
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5ª Escola Marxista Panamericana da CMI: reivindicamos a bandeira do comunismo revolucionário!
De 30 de novembro a 3 de dezembro de 2023, 110 camaradas da Corrente Marxista Internacional (CMI) reuniram-se na Cidade do México. Os países representados foram Brasil, Peru, Venezuela, Colômbia, El Salvador, Bolívia, Argentina, Chile, Cuba, EUA, Canadá e México (com camaradas de Monterrey, Sonora, San Luis Potosí, Oaxaca, Querétaro, Yucatan, Veracruz, Puebla, Estado do México e Cidade do México); bem como representantes da liderança internacional da CMI e convidados da Suíça, Suécia e Itália.
Leia Mais »Conflito Venezuela-Guiana: por uma posição internacionalista!
No dia 3 de dezembro, foi realizado na Venezuela um referendo público consultivo, convocado pela Assembleia Nacional, sobre a disputa territorial da região de Essequibo, na Guiana. A escalada do conflito nesta região tem implicações profundamente reacionárias para ambos os povos. É imperativo que os comunistas adotem uma posição internacionalista.
Leia Mais »Revolta Mau Mau no Quênia: quando o imperialismo britânico conduziu uma guerra colonial de terror em “autodefesa”
Em todo o mundo ocidental autoproclamado “civilizado”, as classes dominantes uniram-se para denunciar o ataque do Hamas a Israel em 7 de Outubro e em torno do “direito à autodefesa” de Israel enquanto este bombardeia Gaza até as fundações. Mas esta não é a primeira vez que nos dizem para …
Leia Mais »Palestina: a ameaça de uma segunda Nakba
O bombardeio brutal da Cidade de Gaza, com um enorme número de mortos – bem mais dos 11 mil oficialmente registrados até agora, com mais 3 mil desaparecidos – e a destruição maciça de infraestruturas, o bombardeio de hospitais, escolas, campos de refugiados, o ataque a ambulâncias e ao pessoal de serviços médicos, tudo isso realça a barbárie do ataque do exército israelense ao povo palestino.
Leia Mais »Argentina: vitória do candidato de extrema direita, Milei, revela crise do regime burguês
O candidato "libertário" de extrema direita, Javier Milei, venceu o segundo turno das eleições presidenciais na Argentina com quase 56% dos votos, derrotando o candidato peronista Massa (que obteve 44%), ministro das Finanças cessante do país que renovou um acordo com o FMI e prometeu um governo de unidade nacional.
Leia Mais »Exigir de Lula a ruptura das relações com Israel
O massacre de palestinos na Faixa de Gaza continua, já são mais de 12 mil mortos, dentre estes, mais de 5 mil crianças! Além dos que estão desaparecidos e feridos. É um genocídio em curso perpetrado pelo Estado sionista de Israel, apoiado, armado e financiado pelo imperialismo norte-americano. Lula fala em paz e declara em discurso que o Estado israelense também está cometendo atos de terrorismo. Mas reuniu-se em 16/11 com o presidente de Israel, Isaac Herzog, e mantém as relações diplomáticas e comerciais com o Estado sionista, assim como o acordo militar Brasil-Israel firmado por Bolsonaro.
Leia Mais »Segundo turno na Argentina: quais são as tarefas dos comunistas?
As últimas eleições na Argentina decorreram em um contexto extremamente volátil. A tensão aguda entre os explorados e um regime que tem enormes dificuldades para continuar governando como antes, desnuda a crise de governabilidade.
Leia Mais »10 mil mortos na Palestina: abaixo os criminosos responsáveis!
O massacre em Gaza alcançou agora a marca sombria de 10 mil mortos, enquanto mais de um milhão de pessoas foram deslocadas sem ter para onde ir. Para dar uma ideia da escala, as Forças de Defesa de Israel mataram mais pessoas em Gaza em um mês do que o número total de civis ucranianos mortos nos 21 meses (9.600, segundo uma estimativa do mês passado), desde o início da guerra na Ucrânia, em Fevereiro de 2022.
Leia Mais »Gaza: começa a ofensiva terrestre – mas e depois?
O exército israelense, depois de muitas evasivas, finalmente iniciou operações terrestres em Gaza no fim de semana (28/10). Mas não foi uma invasão em grande escala. Os líderes militares israelenses estão plenamente conscientes do grande risco para os seus próprios soldados se iniciarem combates rua a rua com tropas no terreno. Também têm receio de dar ao Hezbollah a desculpa que necessita para ampliar o conflito, abrindo uma segunda frente na fronteira norte com o Líbano. Então, para o que estão Netanyahu e os seus generais se preparando?
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Organização Comunista Internacionalista (Esquerda Marxista)