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Eleições, protestos e crise política: uma posição de classe ante o que está acontecendo na Venezuela

Momentos de elevada tensão política e social estão sendo vividos atualmente na Venezuela. Em 28 de julho foram realizadas as eleições presidenciais com alta presença de eleitores nos 15.797 centros de votação localizados em todo o país. Mas o que se pretendia vender ao mundo como uma jornada cívica e participativa terminou manchado de irregularidades, arbitrariedades e abuso governamental. Anteriormente, havíamos sustentado que a situação em torno das eleições de 28 de julho contemplava apenas duas saídas possíveis: uma transição negociada ou uma reeleição fraudulenta. À luz dos fatos, o madurismo decidiu dar um salto no escuro violentando o fechamento do processo eleitoral e fabricando uma colossal fraude, sem precedentes na história da Venezuela.

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#FreeTalha – ação urgente de solidariedade com os estudantes de Bangladesh

Talha Mahmud Chowdhury, um estudante da East Delta University (Departamento de Educação Secundária, admitido na Primavera de 2020), foi violentamente sequestrado por cerca de 30 membros da Liga de Estudantes de Bangladesh (a ala estudantil do partido no poder, a Liga Awami) às 20h48m do dia 17 de julho. Este sequestro ocorreu no cruzamento da Estrada nº 5 na área residencial Agrabad CDA. Eles revisaram seu telefone celular e, ao encontrarem postagens em seu Facebook apoiando o movimento em andamento de reforma das cotas, o entregaram e a outros três à equipe de patrulha da Delegacia de Polícia de Double Mooring de Chittagong.

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Lula sanciona a privatização da educação pública

O Novo Ensino Médio (NEM) foi sancionado por Lula no dia 1° de agosto, mantendo o cerne da “reforma” do ensino: a privatização da educação pública brasileira. Conforme afirmamos desde 2016, quando Michel Temer (MDB) lançou a Medida Provisória que dava início à essa contrarreforma, trata-se do “ataque mais duro que a educação básica sofreu na história da escola pública, gratuita e para todos, a escola republicana, no Brasil”.

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Bangladesh: o corajoso movimento estudantil continua – qual caminho seguir?

O corajoso movimento dos estudantes de Bangladesh continua, apesar da repressão assassina do regime de Sheikh Hasina. Centenas foram mortos e milhares, presos. O toque de recolher continua, embora de forma mais branda, e ainda que as comunicações estejam sendo restauradas, os serviços de mensagens e as plataformas de mídia social permanecem bloqueados. O governo prendeu seis dos coordenadores do movimento e os forçou, sob coação, a emitir uma declaração à imprensa dizendo que todas as outras ações de protesto haviam sido canceladas.

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Os motivos pelos quais um militante da OCI renuncia ao seu posto na direção do Sindicato dos Metroviários de SP

Diante de graves posturas da direção majoritária do Sindicato dos Metroviários de São Paulo (Resistência/PSOL e PSTU), o diretor Felipe Carvalho, militante da OCI, renunciou ao seu posto na direção do sindicato e publicou para os trabalhadores da categoria a carta aberta abaixo. Ele segue ativo na luta da categoria impulsionando junto a outros trabalhadores metroviários o movimento "Sindicato nos Trilhos" além de editar o boletim "Composição Comunista" em colaboração com militantes da OCI que trabalham na CPTM (empresa ferroviária irmã do Metrô em SP).

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Pedro Moro pede demissão da CPTM e mais uma vez a farsa da privatização é exposta

No último dia 18 de julho, o então presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Pedro Moro, pediu demissão da empresa e se preparou para assumir uma posição na diretoria da TIC Trens, criada na esteira da concessão da linha 7 realizada em fevereiro deste ano.

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A luta pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial 

Em junho de 1865, no Conselho Geral da Associação Internacional dos Trabalhadores, Marx apresentou um informe intitulado “Salário, Preço e Lucro”. Nele, explicou que o Valor é objetivo: vem do Trabalho, e não dá subjetividade individual ou dos desejos do Mercado. Assim, o valor, no capitalismo, surge não da circulação das mercadorias, mas da sua produção.

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Abaixo o regime assassino de Hasina! Vitória para os estudantes de Bangladesh! – Declaração da ICR

A Internacional Comunista Revolucionária saúda a coragem inspiradora dos estudantes de Bangladesh. O seu movimento, que começou como um protesto contra o corrupto sistema de cotas, escalou para exigir a queda do regime assassino de Hasina. Nossos camaradas, em mais de 40 países ao redor do mundo, estão em total solidariedade com vocês. A justa causa dos estudantes de Bangladesh é a causa da classe trabalhadora e da juventude do mundo inteiro! O mundo deve saber o que realmente está acontecendo em Bangladesh. 

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Nota urgente sobre a Venezuela – Como chegamos a este beco sem saída?

A situação na Venezuela se desenvolve muito rápido depois da jornada eleitoral de ontem (28). Esta manhã despontou com fortes panelaços contra a decisão de declarar Nicolás Maduro vencedor das eleições presidenciais. Os panelaços em Caracas ocorreram em bairros operários: em Petare, em Catia, no 23 de Janeiro. Depois, começaram a se estender aos bairros La Dorita, Guarataro, Antímano e nos barrios a leste de Caracas.

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Bangladesh: a aposta de Hasina selará seu destino

Nos últimos quatro dias (18 a 22/07), Bangladesh mudou completamente. Desde quinta-feira (18/07), o governo de Sheikh Hasina lançou um véu de escuridão sobre todo o país. Sob a cobertura de um apagão das telecomunicações, cometeu o pior massacre que Bangladesh já testemunhou desde a década de 1980, se não desde a guerra de independência de 1971. Com isso, esvaiu-se a última gota de legitimidade da Liga Awami (AL) e do governo de Sheikh Hasina.

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