COP30: um baile de máscaras à beira do precipício

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, ou COP30, reuniu entre os dias 10 e 21 de novembro lideranças de países e grandes empresas para confirmar todas as expectativas sobre seu real caráter: uma mesa de negociações para o capitalismo mundial em que a “sustentabilidade” é apenas mais uma mercadoria na prateleira. Neste balanço, tratamos do real significado dos principais eixos de discussão do evento e seus desdobramentos para a luta de classes no Brasil e no mundo.

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Sobre calúnias e o que realmente pensa e defende a OCI

Em meados de setembro nossa organização atravessou uma cisão. Como já explicamos, esta cisão foi consumada por uma ruptura organizada pelo SI da ICR.  Retomar este tema não é a tarefa mais animadora. Porém, um texto publicado em 28 de novembro no site da ICR, que trata do lançamento de sua nova seção no Brasil, apresenta uma série de calúnias e distorções sobre nossos métodos e posições. Desmontar estas calúnias tem sua importância, pois é com base nelas que a direção da ICR busca justificar esta ruptura com a OCI para os sinceros militantes revolucionários de diferentes seções da ICR.

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Lucro para acionistas, cassetetes para trabalhadores – Nota de solidariedade aos petroleiros em greve

A Petrobras distribuiu dividendos extraordinários aos acionistas, mas não reconheceu os trabalhadores, responsáveis pelos recordes de produção. Após mais de 100 dias de negociação, a proposta apresentada no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) tampouco recompõe as perdas acumuladas nos últimos governos, além de aumentar a jornada de trabalho, aprofundar a terceirização e a privatização, deteriorar as condições de saúde e segurança nas plataformas e estabelecer salários mais baixos para novos trabalhadores, entre outros retrocessos.

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O Banco Master e a corrupção intrínseca ao capitalismo

Nas últimas semanas, o Banco Central brasileiro decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e o “mercado”, a imprensa burguesa e todos os poderes constituídos do Estado brasileiro foram do pânico à tentativa de justificar o injustificável. Isso porque a operação desnuda as relações criminosas entre o Capital e todas as estruturas do Estado burguês.

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Os professores não têm um minuto de paz!

A Secretaria de Estado da Educação de SC transforma o final do ano letivo em mais um período de assédio e coerção contra os professores. O envio de checklist e critérios padronizados aos conselhos de classe tem o objetivo evidente de pressionar os professores por conta dos resultados educacionais, tirando assim a responsabilidade do Estado.

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