Brasil

Comunidade, morro, favela, bairro proletário: qual nome devemos usar?

Durante décadas muito se tem discutido a questão de como se referir corretamente aos bairros proletários. Os nomes até então usados são formas coloquiais ou "censuradas" dos locais, como comunidades, favelas e morros. O presente texto discute sobre como nós, marxistas, devemos chamar os bairros proletários. Primeiramente, explicando os nomes, seja da perspectiva etimológica (se formos nos referir à palavra “favela” em específico) ou não. Porém, sempre ligando aos contextos históricos.

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Moção de repúdio à ação policial contra o MST em SC

Dia 21 de outubro, famílias Sem Terra ocuparam área em Santa Catarina para denunciar o uso de 600 hectares pertencentes à União de forma privada. Em poucas horas a Polícia Militar de toda a região chegou com mais de 150 policiais, 40 viaturas e helicóptero, dos municípios de Canoinhas, Porto União, Mafra, São Bento do Sul, Lages, Batalhão de Aviação de Lages. As pessoas foram algemadas, presas, agredidas, feridas e toda forma de humilhação policial. Seus celulares e veículos foram apreendidos.

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Chuvas no Sul, seca no Norte: rastros de destruição como resultado das mudanças climáticas

“O ser humano vive da natureza significa que a natureza é seu corpo, com o qual ele precisa estar em processo contínuo para não morrer.” (Manuscritos econômico-filosóficos, Karl Marx, 1844) O ano de 2023 deixou marcas terríveis para 8,5 milhões de brasileiros. De um lado do país, a população sofre …

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Seca no Amazonas: fogo, fumaça e calor extremo

Dos 62 municípios do Amazonas, 50 estão em estado de emergência por conta da seca severa que atinge o estado. Às margens da área urbana de Manaus, o nível do Rio Negro já está pouco acima de 13 metros, o menor volume desde que a medição começou a ser feita …

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Campanha de moções em solidariedade a Luciana Genro diante dos ataques sionistas e da extrema-direita

A guerra lançada por Israel contra a Palestina tem movido a esquerda e a direita pelo mundo inteiro. No Brasil o movimento sionista e a extrema-direita promovem uma campanha de ataques e mentiras contra Luciana Genro, fundadora do PSOL e deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, por sua posição …

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Pelo fim da escala 6×1! Pela redução da jornada de trabalho! Pela vida além do trabalho!

Nas últimas décadas, as relações de trabalho no Brasil retrocederam no que diz respeito aos direitos dos trabalhadores. São inúmeras as medidas de desregulamentação e flexibilização da legislação trabalhista e de avanço da terceirização e outras formas de contratação que levam à precarização das condições de trabalho e, portanto, transformam a vida do trabalhador num inferno na Terra.

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Poderá o Porto de Paranaguá enfrentar o mesmo destino que o Porto de Itajaí?

A resposta direta é sim. No entanto, para compreender o que está ocorrendo com os Portos do Paraná, é necessário voltar ao tempo da MP 595/12, que deu origem à Lei 12.815/13 durante o governo de Dilma Rousseff. Essa legislação foi criada em resposta a intensas pressões por parte de empresários do setor portuário e políticos influentes, como Michel Temer e Eduardo Cunha.

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Pela revogação imediata do decreto que visa a privatização dos presídios no Brasil

Durante o governo do Michel Temer (MDB), o então presidente criou o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) n° 8.874/2016 com o objetivo de regulamentar parcerias com a iniciativa  privada em diversos áreas sob responsabilidade do Estado, entre elas saneamento básico, saúde, educação, segurança pública e sistema prisional. Dando continuidade a tal política, Lula, através do Decreto 11.498, de 25 de abril de 2023, firma essa união com as Parcerias Públicas Privadas (PPPs). Ressalva-se que tal medida foi de caráter presidencial, uma vez não entrou em Congresso para votação, o que demonstra a velocidade em que o governo Lula-Alckmin busca atender aos interesses da burguesia; já que, como historicamente é sabido, o esquema prisional pune o indivíduo pobre, sobretudo os negros, para atender os interesses da burguesia, fomentando assim o esquema de corrupção e obtenção de lucro pelas classes dominantes.

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União Nacional: Lula, o Exército e a falsificação histórica

Na Cerimônia de 7 de Setembro de 2023, o governo Lula-Alckmin convocou para Brasília militares indígenas das etnias Tariano, Kuripaco, Baré, Kubeo, Yanomami e Wanano. Em sua conta oficial do Instagram, o presidente afirmou com orgulho - acionando a pauta identitária e a agitação ufanista - que: “O Exército brasileiro tem origem indígena”, seguida da saudação dos militares em suas línguas originárias. Na aparência, essa ação divulga “representatividade”, “respeito” e “inclusão” aos povos originários, massacrados com mais intensidade durante o mandato de Bolsonaro. Porém, na essência, essa posição oficial do governo Lula nada mais é que uma reprodução da falsificação historiográfica e do mito da “três raças” promovida, inicialmente, pelas Escola Militar do Realengo e a Escola Militar da Praia Vermelha e, atualmente, pela Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende, no Rio de Janeiro - in stituições de ensino superior dos oficiais de carreira das Armas do Exército, que desenvolveram a historiografia do Estado nacional e de suas forças de repressão.

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