Depois de bombardear e assassinar mais de 60 venezuelanos no Mar do Caribe e tomar um navio petroleiro da Venezuela, numa ação de pirataria, Trump cercou totalmente o país com a maior frota das Forças Armadas da história dos Estados Unidos da América.
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Venezuela: solidariedade internacional contra os ataques de Trump!
Depois de meses de ataques à Venezuela, o governo Trump declarou que tomou medidas para desestabilizar o regime de Maduro. Na verdade, as ações de Trump só têm um interesse: o controle das maiores reservas de petróleo do mundo pelo imperialismo americano.
Leia Mais »Diante da intervenção de Trump na Venezuela, trabalhadores do Brasil dizem juntos: fora imperialismo! Tirem as mãos da Venezuela!
O envio de três destroieres norte-americanos, armados com mísseis, acompanhados de dois aviões de vigilância e de 4 mil marinheiros e fuzileiros navais para águas próximas ao território venezuelano é um evidente ato de agressão imperialista contra os trabalhadores da Venezuela.
Leia Mais »Eleições, protestos e crise política: uma posição de classe ante o que está acontecendo na Venezuela
Momentos de elevada tensão política e social estão sendo vividos atualmente na Venezuela. Em 28 de julho foram realizadas as eleições presidenciais com alta presença de eleitores nos 15.797 centros de votação localizados em todo o país. Mas o que se pretendia vender ao mundo como uma jornada cívica e participativa terminou manchado de irregularidades, arbitrariedades e abuso governamental. Anteriormente, havíamos sustentado que a situação em torno das eleições de 28 de julho contemplava apenas duas saídas possíveis: uma transição negociada ou uma reeleição fraudulenta. À luz dos fatos, o madurismo decidiu dar um salto no escuro violentando o fechamento do processo eleitoral e fabricando uma colossal fraude, sem precedentes na história da Venezuela.
Leia Mais »Nota urgente sobre a Venezuela – Como chegamos a este beco sem saída?
A situação na Venezuela se desenvolve muito rápido depois da jornada eleitoral de ontem (28). Esta manhã despontou com fortes panelaços contra a decisão de declarar Nicolás Maduro vencedor das eleições presidenciais. Os panelaços em Caracas ocorreram em bairros operários: em Petare, em Catia, no 23 de Janeiro. Depois, começaram a se estender aos bairros La Dorita, Guarataro, Antímano e nos barrios a leste de Caracas.
Leia Mais »Saudação à declaração dos comunistas venezuelanos sobre as eleições na Venezuela
O Comitê Central (CC) da Organização Comunista Internacionalista (OCI) saúda a resolução da seção venezuelana da Corrente Marxista Internacional (CMI), Lucha de Clases, sobre a atual situação política e as eleições presidenciais na Venezuela defendendo que “os trabalhadores [venezuelanos] não têm, hoje, uma alternativa eleitoral capaz de expressar genuinamente suas aspirações”.
Leia Mais »Resolução da seção venezuelana da CMI sobre o contexto político e a situação eleitoral
Confira a resolução de Luta de Classes – CMI Venezuela sobre o contexto político e a situação eleitoral, aprovada pelo Comitê Central da referida organização. Essa resolução é uma contribuição para o debate sobre qual posição os revolucionários conscientes devem defender nas próximas eleições presidenciais venezuelanas e qual o tipo de organização a classe trabalhadora precisa para colocar novamente de pé as forças do povo trabalhador da Venezuela.
Leia Mais »Conflito Venezuela-Guiana: por uma posição internacionalista!
No dia 3 de dezembro, foi realizado na Venezuela um referendo público consultivo, convocado pela Assembleia Nacional, sobre a disputa territorial da região de Essequibo, na Guiana. A escalada do conflito nesta região tem implicações profundamente reacionárias para ambos os povos. É imperativo que os comunistas adotem uma posição internacionalista.
Leia Mais »Solidariedade com o Partido Comunista da Venezuela
O Partido Comunista da Venezuela (PCV) está enfrentando uma campanha de ataques, calúnias e golpes para retirar o registro legal e eleitoral de sua direção democraticamente eleita, por parte do PSUV e do governo. O seguinte comunicado de solidariedade foi aprovado por unanimidade pela direção da Corrente Marxista Internacional na reunião de seu Comitê Executivo Internacional.
Leia Mais »A segunda “onda progressista” da América Latina: primeiro como tragédia, depois como farsa
A eleição de Lula, no Brasil, e de Petro, na Colômbia, em 2022, aumentou o ruído na mídia e nos círculos de esquerda sobre uma segunda “maré rosa” na América Latina. Essa é uma referência à onda de governos ditos “progressistas’ que governaram por vários anos, em vários países do continente, entre 1998-2015. Talvez seja mais apropriado descrever esses governos como uma maré “rosa”, pois certamente estão longe de serem “vermelhos” socialistas. É preciso examinar o caráter dessa primeira onda, os motivos que permitiram que ela durasse tanto, porque chegou ao fim, e as diferentes condições enfrentadas por esta nova onda.
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Organização Comunista Internacionalista (Esquerda Marxista) Corrente Marxista Internacional