Teoria

O Relatório Khrushchev e a crise da burocracia stalinista

No XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, realizado em fevereiro de 1956, foi apresentado o chamado “Relatório Secreto” de Nikita Khrushchev, que denunciou os crimes de Stalin e o chamado “culto à personalidade”. O relatório, apresentado em sessão fechada, impactou o movimento comunista internacional. Contudo, ainda que tenha sido encarado com espanto por parte do stalinismo, o relatório não trouxe grandes novidades em relação aos crimes, ao caráter burocrático do regime soviético e aos métodos repressivos de Stalin.

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Memórias das Ocupações de Fábrica: o resgate de uma das maiores experiências operárias do Brasil 

No último domingo, 20 de abril, em São Paulo, foi realizado o lançamento do livro “Memórias das Ocupações de Fábrica”, de José Onírio Martins. A atividade integrou a programação da Escola de Quadros e do 9º Congresso da Organização Comunista Internacionalista (OCI), reunindo militantes, trabalhadores e jovens de todo o país para resgatar uma das experiências mais importantes da história operária do Brasil.

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O que as mulheres devem a Lênin

Dois anos se passaram desde que milhões de pessoas, através do mundo, souberam, abaladas, esta notícia: Um grande homem desapareceu: Lênin está morto! Dois anos se passaram desde que milhões de pessoas, em todo o mundo, profundamente comovidas, lamentaram: “Perdemos nosso melhor guia, o mais clarividente e o mais audacioso. Lênin está morto!”

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A Revolução Permanente

Esta obra é consagrada a uma questão estritamente ligada à história das três revoluções russas, mas ainda vai além. No decurso destes últimos anos, essa questão teve um papel imenso nas lutas internas do Partido Comunista da União Soviética. Colocada, em seguida, na Internacional Comunista, desempenhou papel decisivo no desenvolvimento da revolução chinesa, determinando uma série de resoluções extremamente graves, relacionadas com a luta revolucionária nos países do Oriente. Trata-se da chamada teoria da "Revolução permanente", que, segundo os epígonos do leninismo (Zinoviev, Stalin, Bukharin e outros), constitui o pecado original do "trotskysmo". 

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Hoje comemoramos os 155 Anos da Comuna de Paris

Paris, a cidade-luz. Paris, a capital do mundo, cento e dezoito anos atrás. Nesta cidade ocorreram fatos grandiosos. Acontecimentos de que toda a classe operária, os trabalhadores de todo o mundo, devem orgulhar-se. Em Paris, pela primeira vez na história, os operários tomaram o poder e instalaram um governo dos trabalhadores.

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Bases Econômicas do Marxismo

As análises científicas de “O Capital” mostram como o proletariado é explorado, submetido e posto fora de todo o controle da produção pela dominação de classe da burguesia. Elas permitem, portanto, compreender que a única arma de que dispõe o proletariado para libertar ao mesmo tempo a si próprio e ao conjunto da humanidade da exploração do trabalho, é a organização revolucionária de suas próprias forças.

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Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico

Para destruir a sociedade existente, ou seja, a exploração capitalista do trabalho assalariado, não é suficiente o movimento espontâneo que leva as massas a entrar em conflito com a classe dominante e seu Estado. É preciso ainda que este movimento se dote de um partido revolucionário capaz de assegurar a direção da revolução proletária.

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As Kitandeiras negras no Brasil como expressão da luta da mulher trabalhadora

Não bastassem os papéis produtivos e comerciais, as kitandeiras eram também uma espécie de “agentes da inteligência” nas fugas de escravizados, por exemplo, ao guiá-los e orientá-los em busca das saídas dos seus cativeiros. Um dos ícones dessa explícita face libertadora das kitandeiras foi a maranhense Adelina, a Charuteira. Grande abolicionista, ela circulava por toda São Luís realizando, simultaneamente, a produção e venda de charutos e a organização de revoltas que conquistaram a abolição.

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Oriente Médio: o lugar do imperialismo, a guerra Israel e Irã e a política de dois Estados

O governo sionista confessional de Israel e o governo teocrático islâmico do Irã representam o passado e, no presente, são apenas traços da barbárie que é introduzida pela sobrevivência do regime da propriedade privada dos grandes meios de produção na época do imperialismo.

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