Arquivos de Tags: Exploração

A opressão da mulher e a prostituição sob o ponto de vista marxista

Algumas correntes feministas defendem a ideia de que a noção de prostituição deve ser abandonada e substituída pela de "trabalho sexual”. Ou seja, a prostituição seria equiparável a qualquer outra forma de trabalho, e, assim, deveria ser reconhecida como tal. Segundo a militante feminista Morgane Merteuil (e outras), a prostituição seria, inclusive, uma ferramenta para a luta contra o capitalismo e pela emancipação das mulheres. Neste artigo queremos dar uma resposta a essas ideias, a partir do ponto de vista marxista.

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A luta contra a privatização da CPTM e o combate dos marxistas

Em todo o mundo, a burguesia busca descarregar o peso da crise do capital sobre as costas da juventude e da classe trabalhadora. Como resultado, vimos uma onda de ataques semelhantes em diversos países: reformas trabalhistas, privatizações, reformas da previdência etc. É nesse contexto que se desenvolve o combate entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a classe trabalhadora em São Paulo. No período de crise, as privatizações são uma das formas da classe dominante de retomar em suas mãos uma parte maior da riqueza social. O salário indireto na forma de serviços públicos que o Estado burguês é obrigado a ofertar em diferentes medidas no desenrolar da luta de classes.

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O papel do racismo na divisão da classe trabalhadora

Entre as opressões utilizadas pelo sistema capitalista, o racismo faz parte do repertório sobre o qual se assenta e edifica historicamente a ideia de que os miseráveis foram feitos de um “barro diferente” e, portanto, é natural que sejam explorados, não só por uma raça superior como se possa supor, mas por uma classe que se julga superior.

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Uma síntese da humanidade: Engels e “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”

Friedrich Engels fora conhecido nas fileiras do movimento operário como “O professor do proletariado” por suas contribuições substanciais para o materialismo histórico-dialético. Elas permitiram e continuarão possibilitando o desvelamento da realidade ocultada pela ideologia das classes dominantes, como faz o livro “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, responsável por apresentar sempre às novas gerações como se desenvolveu pilares da humanidade e as opressões geradas pelas mesmas. Assim, este artigo tem o intuito de introduzir a obra “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, escrita por Friedrich Engels em 1884.

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Segue a greve dos roteiristas nos Estados Unidos

Continua a greve dos roteiristas de Hollywood, passado um mês desde seu início. Deflagrada no começo de maio, depois que 97,85% dos cerca de 11 mil membros do Sindicato dos Roteiristas (WGA) votaram favorável à paralisação, o movimento segue com piquetes e mobilizações em todo o país.

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Como se constrói uma derrota

No último período assistimos a direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região (Sinsej) realizar uma perfeita demonstração de como se constroem as derrotas no campo sindical. Negligenciando os métodos da classe trabalhadora, ignorando o histórico de luta da nossa categoria, fracionando as pautas e dividindo os trabalhadores, abandonando o ponto de vista de classe e o compromisso político da entidade com a sua base, levando os trabalhadores a desacreditar na sua capacidade de mobilização e a abandonar sua identidade de luta.

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A greve dos roteiristas de Hollywood e a luta contra a burguesia

Os roteiristas de Hollywood estão em greve. Na noite de 1º de maio, a Writers Guild of America (WGA, algo como Associação de Roteiristas da América, em português) anunciou que não se havia chegado a um acordo nas negociações com algumas das maiores produtoras de cinema e televisão, entre as quais Apple, Netflix, Amazon, Disney, Warner Bros., Discovery, Sony, Paramount e NBC Universal, representadas pela Alliance of Motion Picture and Television Producers (AMPTP). Com isso, o sindicato, do qual fazem parte cerca 11.500 pessoas, anunciou a paralisação dos trabalhadores a partir do dia seguinte.

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A decadência da esquerda que protesta para opinar sobre a taxa Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom), órgão responsável por definir a taxa básica de juros no país, a chamada taxa “Selic”, reuniu-se quando ela estava fixada em 13,75% no dia 22 de março. O curioso sobre esse encontro foi que, no dia anterior, centrais sindicais e movimentos populares realizaram atos em todo o país para pressionar o Copom a reduzir a Selic. O resultado não foi nem de longe suficiente para causar qualquer pressão. A tentativa de levar a classe trabalhadora às ruas para opinar nos negócios da burguesia, ou seja, em negócios que envolvem a remuneração do capital e a exploração do trabalho, resultou em atos com algumas dezenas de pessoas, marcados pela presença da burocracia sindical e praticamente sem juventude.

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Chuvas em São Paulo: Tragédia capitalista no Litoral Norte

Neste verão já ocorreram dois deslizamentos de terras com vítimas fatais no Brasil. Em todos os casos, o que observamos é um histórico de descaso do Estado, exemplificado na destinação do orçamento público para fins que não atendem os interesses da classe trabalhadora.

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