A ofensiva contra Rafah: a faísca que poderia incendiar o Oriente Médio

Netanyahu está levando sua guerra a um outro nível. Ele está em uma posição na qual sabe que não pode recuar se quiser permanecer no cargo. E, no entanto, as suas ações ameaçam desestabilizar todo o Oriente Médio, com o risco real de generalizar a guerra. A revolução também está espreitando todos os regimes da região à medida que a ira das massas é levada a níveis cada vez maiores. O próximo ato trágico, o bombardeamento massivo e a invasão terrestre de Rafah, poderá revelar-se o ponto de virada.

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Lula percebe o sentimento das massas e condena o massacre sionista em Gaza

A burguesia está em polvorosa. Lula foi declarado persona non grata por Netanyahu após afirmar que o genocídio palestino promovido por Israel é sem precedentes na história, com exceção, de acordo com Lula, do momento em que “Hitler resolveu matar os judeus”. A crise instaurada no Itamaraty é acompanhada de perto pela grande imprensa, porta-voz da classe dominante, que defende descaradamente o Estado sionista de Israel, mente e distorce as informações sobre esse massacre a todo o momento. Mas, o que motivou essa declaração de Lula?

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A China e o seu papel no mundo

Qual é o papel atual da China? Embora algumas pessoas de esquerda celebrem as ambições da China como um contrapeso aos Estados Unidos, Jorge Martín explica que o capitalismo foi restaurado há muito tempo na China.

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É hora de lançar uma Internacional Comunista Revolucionária!

“Este é um renascimento, uma renascença!” Estas palavras, proferidas por Alan Woods, principal teórico da CMI, resumiram os sentimentos em uma recente reunião do nosso Comitê Executivo Internacional na Itália. Um estrato significativo de trabalhadores e jovens está se dispondo a agarrar a bandeira do comunismo com ambas as mãos – devemos nos voltar de forma decidida para eles a fim de mobilizá-los através da construção de uma Internacional Comunista Revolucionária.

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Bolsonaro e as instituições

Na última semana se viu uma ofensiva na investigação e punição dos responsáveis pelos ataques contra os prédios dos órgãos dos três poderes no dia 8 de janeiro de 2023. Com as provas apresentadas, confirma-se o envolvimento no episódio de Jair Bolsonaro e de seus aliados, ainda que não diretamente na organização da invasão. Contudo, um dos elementos mais interessantes desse processo não é tanto repetir o papel criminoso dos membros do antigo governo, mas passa por perceber como atuam as instituições burguesas na busca pela manutenção da ordem.

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